Um guia contemplativo de Serena Orvale

O que a alma faz do tempo

Reencarnação, carma e o sentido de nossas vidas sucessivas

E se esta vida fosse um capítulo de uma história muito mais longa?

Uma reflexão acolhedora sobre reencarnação, carma, memórias de vidas passadas, laços da alma e o mistério entre uma vida e outra.

Uma figura luminosa segue um caminho dourado através de um portal circular em direção ao amanhecer sob um céu estrelado.
Arte original de O que a alma faz do tempo.

O livro

Uma jornada mais longa. Uma vida mais presente.

A fé, a curiosidade, o luto ou a dúvida podem levar você a se interessar pela reencarnação. Todos esses motivos têm lugar aqui.

O livro acolhe a crença e o mistério, mas distingue ensinamento espiritual, testemunho pessoal, pesquisa, explicação psicológica e interpretação. A responsabilidade por quem você está se tornando importa mais do que o fascínio por quem pode ter sido.

A crença em muitas vidas pode nos ajudar a viver esta com mais plenitude.

Ensinamento espiritual

O livro apresenta cada tradição a partir de seus próprios ensinamentos, sem apagar as diferenças para formar uma doutrina única.

Experiência humana

O livro acolhe sonhos, sensações de reconhecimento, luto e memórias incomuns com cuidado, abertura e discernimento.

Prática com os pés no chão

Cada reflexão relaciona o mistério à vida presente, à compaixão, aos limites que estabelecemos com honestidade e à responsabilidade pelos nossos atos.

Uma reflexão gratuita

Escute apenas este capítulo

Bastam alguns minutos de silêncio e uma folha de papel. Você não precisa de objetos especiais, de um estado alterado de consciência nem de certezas.

Sente-se em silêncio por alguns minutos e imagine que sua vida presente é um capítulo de uma história muito mais longa. Não tente enxergar uma identidade anterior nem prever uma futura. Volte sua atenção apenas para este capítulo.

Depois escreva sem se censurar:

Se minha vida é um capítulo de uma história muito mais longa, o que este capítulo pode estar me pedindo para aprender?

Uma prática para a jornada da alma

Vinte e um dias, vividos aqui

A proposta é praticar a escuta, a cura e a escolha consciente. O percurso não testa sua crença nem serve para fabricar memórias de vidas passadas. A sequência ajuda a orientar a prática e pode ser seguida com flexibilidade.

Primeira semana

Escutar

  1. A pergunta interior
  2. A forma desta vida
  3. Padrões recorrentes
  4. Afinidades naturais
  5. Sonhos
  6. Reconhecimento
  7. Silêncio
Segunda semana

Curar

  1. Carma como escolha
  2. A conversa inacabada
  3. Libertação da punição
  4. Padrões de relacionamento
  5. Perdoar sem negar
  6. Compaixão por um eu anterior
  7. Ancoragem
Terceira semana

Viver

  1. A qualidade que estou aprendendo a viver
  2. Um voto de não causar dano
  3. Serviço
  4. Relações com alma
  5. A mortalidade como mestra
  6. Propósito desta encarnação
  7. A vida diante de você

“Estou aqui, em minha vida presente. Recebo a compreensão com compaixão, discernimento e liberdade.”

Sobre

Serena Orvale

Serena Orvale é a identidade criativa de um projeto editorial espiritual e contemplativo sobre reencarnação, carma, consciência, relacionamentos e o sentido da vida presente.

O projeto aborda perguntas espirituais que atravessam o tempo em uma linguagem acessível e compassiva. Para isso, usa um processo de síntese linguística dirigido por uma pessoa.

Perguntas antigas. Ferramentas contemporâneas. Uma nova síntese espiritual.

O que a alma faz do tempo reúne temas recorrentes nas reflexões da humanidade sobre consciência, mortalidade, sentido e a jornada da alma.

Princípios editoriais

Manter o coração aberto, a mente clara e os pés no chão.

O convite espiritual nunca substitui discernimento, consentimento, cuidado profissional ou a dignidade da vida de outra pessoa.

Crer com humildade

O livro trata a reencarnação como uma realidade espiritual significativa. Há espaço para o mistério, e as incertezas não são apresentadas como certezas.

Respeitar as diferenças

O livro preserva as diferenças entre perspectivas hindus, jainistas, budistas, espíritas, cristãs, indígenas e outras, sem reuni-las em uma religião universal.

Não culpar quem sofre

Doença, pobreza, abuso, deficiência, violência e luto nunca revelam o valor moral de alguém nem provam uma história cármica.

A vida presente importa

Nenhuma possível identidade anterior é mais importante do que relacionamentos atuais, consentimento, limites, reparação e ação responsável.